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	<title>The Turning Point &#187; Tests</title>
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	<description>Agile, software and some non-sense</description>
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		<title>Behaviour Driven Development</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franktrindade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
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		<description><![CDATA[Para os que não sabem, atualmente eu estou em Bangalore, na Índia, participando do treinamento que a Thoughtworks oferece aos seus novos graduates, a ThoughtWorks University. Bom, ontem, depois de assistir a uma sessão opcional do curso, apresentada pela Liz Keogh, eu finalmente posso dizer que entendo o que é Behaviour Driven Development, o famoso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os que não sabem, atualmente eu estou em Bangalore, na Índia, participando do treinamento que a Thoughtworks oferece aos seus novos <i>graduates, </i>a ThoughtWorks University.</p>
<p>Bom, ontem, depois de assistir a uma sessão opcional do curso, apresentada pela <a href="http://sirenian.livejournal.com/" title="Blog Liz Keogh" target="_blank">Liz Keogh</a>, eu finalmente posso dizer que entendo o que é Behaviour Driven Development, o famoso <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Behavior_driven_development" title="BDD - Wikipedia" target="_blank">BDD</a>.  Essa é uma das <i>buzzwords</i> do mundo do software que circula ha algum tempo, mas devo confessar que nunca consegui parar para verificar o que era, e sempre imaginei que fosse mais uma metodologia ágil, tipo o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Feature_Driven_Development" title="FDD - Wikipedia" target="_blank">FDD</a>.</p>
<p>Acontece que o Behaviour Driven Development é algo talvez até mais simples, mas nao por isso menos interessante <img src='http://blog.franktrindade.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  .</p>
<p>BDD nada mais é do que uma &#8220;otimização&#8221; do desenvolvimento orientado a testes, que tem como sua principal característica, e ainda mais importante, benefício, o fato de codificar as aplicações em uma linguagem voltada para o que é mais importante e muitas vezes esquecido, <b>o resultado que a aplicação tem para o cliente</b>.</p>
<p>Olhando por aí, uma justificativa interessante que eu achei foi a seguinte, no blog do <a href="http://dannorth.net/2008/02/goal-oriented-vocabulary" title="Dan North" target="_blank">Dan North</a>:</p>
<p><i>As a final thought, while I was thinking about this I realised the term “behaviour-driven” contrasts with “test-driven” in a similar way. My <i>goal</i> as a developer is to deliver a system that behaves in a particular way. Whether or not it has tests is an interesting metric, but not the core purpose. “Test-driven” development will cause me to have lots of tests, but it won’t necessarily get me nearer the goal of delivering business value through software. So you can use goal-oriented vocabulary in your development process as well as your code to help maintain perspective on what you are trying to achieve.</i></p>
<p>Já que todos (todos?) concordamos que entregar valor de negócio para o que cliente é o que realmente importa no desenvolvimento de uma aplicação, porque não desenvolver essa aplicação de acordo com a linguagem do cliente, de forma que até ele possa entender (mesmo que em um nível básico) o que a aplicação está fazendo, e para que serve aquele código.</p>
<p>É claro que não é só esse o benefício, já que muitos de vcs devem estar pensando: <i>para que diabos o meu cliente que ver o código-fonte do software?</i></p>
<p>Mas desenvolver código-fonte de acordo com a linguagem do negócio também auxilia o desenvolvedor a entender e discutir as funcionalidades que ele está desenvolvendo, e realmente saber qual é o objetivo de ele sentar na frente do computador 8 horas por dia, o que invariavelmente resulta em código de melhor qualidade.</p>
<p>Comentários?</p>
<p>Um abraço.</p>
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